Um
dos maiores problemas que a Rússia enfrenta é a redução do seu prórpio povo. A
populaçãoda Rússia tem visto um declínio de quase 10 milhões desde 1991 até o
dia de hoje. A tendência desde 2000 só tem acelerado. A ONU alertou a Rússia em
2005 dizendo que nesse ritmo sua população de 140 milhões poderá ser reduzida a
um terço até o ano 2050. O índice de mortes, quando comparados dados de 1989 e
2001, tem dobrado, especialmente entre homens na faixa etária ativa. Apesar do
governo russo introduzir algumas reformas, ainda é cedo para dizer se a
situação da crise populacional tem melhorado.
Uma grande porcentagem de universitários expressaram seu desejo de graduarem a
fim de poderem ir viver em outro país.
Nós queremos ver os Russos desejando viver em seu país e comprometidos em
construir uma nação com valores cristãos. A igreja evangélica da Rússia tem a
chance de definir o futuro desse país instruindo os crentes russos a não deixarem
a Rússia, mas ao invés disso, trabalharem para construirem uma nação melhor que
tema a Deus.
Demografia é destino, como disse
Mark Steyn. Sabemos como a população do mundo de 20 anos vai se parecer em 20
anos, pois essa população já nasceu. Porém é difícil imaginar o futuro das que
ainda não nasceram. Para o nosso espanto, as estatísticas de taxas de
nascimento refletem uma decisão por parte de um grupo de nações, especialmente
na Europa, de deliberadamente cometerem suicídio.
O presidente russo Vladimir Putin, no seu discurso annual para a nação em Maio
de 2006, definiu o declínio da população russa como o “pior problema que a
Rússia moderna enfrenta.”
“Hoje nós estamos na beira de uma crise.
Se não fizermos nada, no final do século 21 a população da Rússia cairá para metade,”
disse ele.
A população do país caiu de 149 milhões em 1992 para 142 milhões hoje, uma
queda média de 700 mil pessoas por ano.
O presidente Vladimir Putin abertamente lamentou o
declínio da população, que acontece mesmo com o país crescendo pela larga
produção de petróleo, causando o aumento da renda de muitos russos.
Putin tem focalizado no aumento da taxa de natalidade implantando subsidios
para pais que decidam ter um segundo filho. Porém a taxa de mortes continua
vencendo a de nascimentos e a expectativa de vida continua brutalmente curta,
particularmente para os homens.
O jornal The Washington Times relatou um parlamentar russo se referindo a uma
política de família, na qual foi reportada que quase metade das famílias russas
não tem filhos, e que outros 34% têm somente um filho. A média russa de
natalidade é de 1.34 criança por mulher, muito abaixo da média necessária para
o equilíbrio da população. A cada ano mais russos estão morrendo do que
nascendo, devido em larga escala à popularidade do
aborto (Mulheres russas praticavam 13 abortos para cada 10 nascimento em 2003),
álcool e suicídio.A expectativa de vida
para o homem russo em 2005 era de 58.9 anos, 15-20 anos mais curta que nos
Estados Unidos, França e Japão, disse um oficial do ministério da saúde.
Quanto às mulheres, era de 72,3 anos - quatro a sete
anos mais curta que nos EUA, França e Japão, reportou a agência de notícias
ITAR Tass.
A taxa de suicídio na Rússia, já entre as mais altas do mundo, está crescendo,
disse o oficial, com quase 40 mil por ano.
Mortes superam nascimentos em pelo menos 50% na maioria das regiões da Rússia.
Enquanto isso, a população muçulmana russa tem crescido a um ritmo de 40
porcento desde 1989 como resultado de uma alta taxa de natalidade e frequente
imigração do norte do Cáucaso e Ásia Central. Hoje há cerca de 25 milhões de
muçulmanos na Rússia, e eles se projetam para se tornarem um quinto da
população até o ano 2020.
Fonte
www.telegraph.co.uk/news By David Blair 24/08/2007
www.gulf-times.com 13 August, 2007 By Delphine Thouvenot
Www.powerlineblog.com
Washington
Times
Russian News and Information agency Novosti - 11/04/ 2007
Uzbekistan.neweurasia.net/2007/08/17by Jamiyat
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